Geoklock adota a cultura da inovação de forma estratégica

É difícil encontrar algum colaborador da Geoklock que não esteja envolvido em algum grupo interno de inovação.

A Geoklock decidiu desde o começo de 2018 adotar a inovação como um pilar para o seu desenvolvimento futuro. “Sempre foi um movimento constante, a inovação sempre aconteceu na Geoklock e trata-se de um processo contínuo”, explica Vinicius Ambrogi, Gestor Técnico. Mas, como ele explica, há um ano se tornou, a partir de um trabalho diferenciado e consultoria externa, algo frequente, sistemático e com objetivos claros, de melhorar processos, agregar valores aos produtos e clientes e dar destaque à empresa como uma consultoria premium.

Enrico Valente

“Passamos a ter uma abordagem e um envolvimento muito maiores, queremos agregar valor aos nossos trabalhos e manter a inovação e seu ciclo de forma contínua”, acrescenta Enrico Valente Freire, Gestor Técnico do Diagnóstico Ambiental. Os dois explicaram que em janeiro de 2018, no início dos trabalhos e formação dos grupos, foi criado um ambiente favorável com um engajamento muito forte das pessoas.

Segundo Ambrogi, todos perceberam que não se tratava apenas de uma ação tópica e momentânea, mas que a inovação faria parte da estratégia da empresa, que passaria a ser algo perene e de longo prazo. “Formamos seis grupos e cada um possui cerca de 10 integrantes permanentes mais os rotativos, contando com as equipes de campo e escritório. Todos estão motivados a participar e dar suas contribuições”. Esse envolvimento veio ao encontro dos objetivos da empresa, que passou a dar ainda mais apoio às iniciativas. As pessoas participam e, mesmo fora dos grupos, oferecem sugestões, respondem pesquisas e colaboram.

“Nesses grupos discutimos áreas de nosso interesse, como desafios na investigação ambiental, operações de sistemas de remediação, competências para inovação, tecnologia da informação, engenharia de remediação e geotecnia”, conta Freire. Segundo ele, os grupos se reúnem com frequência, seguindo uma metodologia em um ambiente baseado no sistema Stage-Gate, uma ferramenta amplamente usada para a tomada de decisão com relação à alocação de recursos. “O processo é estruturado por meio do desenvolvimento do projeto por estágios, separados por eventos de análise e decisão, chamados de gates. Isso permite uma gestão efetiva dos avanços e do cumprimento de etapas”, destaca Vinicius Ambrogi.

Vinicius Ambrogi

As reuniões, junto ao comitê formado, são semanais, com muita orientação, planejamento e treinamento. Nos gates, a Geoklock literalmente para, devido ao elevado envolvimento dos colaboradores. Um dos maiores benefícios da iniciativa é a autonomia dada aos colaboradores na condução dos desafios e busca das soluções. “Eles passam a ter poder decisório e as soluções trazidas estão nos levando cada vez mais a atingir nossos objetivos”, diz Enrique Freire. Os dois disseram que em março esse ciclo deve ser encerrado e então muitas soluções já estarão sendo empregadas em todos os segmentos da empresa. “Isso, no entanto, não significa o fim dos trabalhos. Como dissemos, a inovação é algo contínuo e grupos internos seguirão aprimorando esses e outros temas que surgirão. É algo instigante, que envolve a todos e faz parte da nossa realidade”, complementa Ambrogi.

A intenção da Geoklock é discutir muito e de forma ampla os novos desafios com o intuito final de tornar a empresa maior, a partir da geração de metas que tornem os processos mais eficientes e reconhecidos no mercado. “Usamos além do Stage-Gate o MVP – Minimum Viable Product. É uma prática que consiste em lançar um novo produto ou serviço com o menor investimento possível, para testar antes de aportar grandes investimentos”, diz Freire. Um dos primeiros resultados dessa incursão pela inovação tem sido o processo de digitalização da Geoklock. “Para nós faz todo sentido uma empresa usar das tecnologias disponíveis para reduzir uso de papel, eliminar etapas burocráticas e dar maior agilidade ao seu dia a dia na empresa, com significativa redução de custos”, acrescenta Ambrogi. “Não queremos desperdiçar energias, queremos que haja um trabalho coerente e com alto valor agregado. Queremos também envolver os clientes, ouvir o que eles têm a dizer e buscar, a partir dessa visão, adequar nossos produtos de forma a buscar a plena satisfação de todos e nos tornarmos sempre referência no mercado”.

 

 

A Geoklock e o tempo

Quando a gente faz o que gosta, se envolve, acaba não se dando conta do tempo. Mas, como na letra de Cazuza, o tempo não para.

Vejam o caso da Geoklock. Parece que a fundação se deu há pouco tempo, mas vamos completar 40 anos em 2019. Uma data muito importante, histórica e que queremos comemorar muito.

Essa comemoração, contudo, não seria completa se não envolvesse boa parte do nosso time. Afinal de contas, temos entre nós profissionais que estão na empresa há 5, 10, 15, 20, 30 anos. Graças ao trabalho de todos construímos uma reputação, uma marca de respeito.

Se considerarmos que parte importante do nosso tempo passamos trabalhando, significa muito a dedicação à Geoklock desses profissionais. Eles participaram de todos os momentos, de toda a arquitetura para construir o que hoje somos.

Por isso, aos que estão cumprindo essas marcas, em nome de todo o grupo, agradecemos imensamente e publicamente por todos esses anos dedicados ao crescimento e à consolidação desta empresa. Isso, para nós, é profissionalismo, bom caráter e comprometimento.

Mais que isso, esse time serve de exemplo às novas gerações. Ajuda na formação dos mais jovens, viram fontes de inspiração. São nosso melhor patrimônio e ao mesmo tempo parceiros em todos os momentos, inclusive os de sucesso. Todos com mais tempo de casa têm nossa reverência e respeito, por isso merecem todas as homenagens.

Obrigado a todos,
Geoklock

Geoklock participa do Ecotox 2018

A Geoklock – Consultoria e Engenharia Ambiental – que atua no Brasil há quase 40 anos, participou do XV Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia (Ecotox 2018). O evento foi realizado entre os dias 1º e 4 de setembro na cidade de Aracaju. “Trata-se de um fórum dos mais importantes para nossa área, com palestras importantes e de relevância internacional”, comenta Filipe Biaggioni Gimenes, engenheiro ambiental da Geoklock.

O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais para a discussão de diversos temas da área de ecotoxicologia, como tecnologias limpas, técnicas de biorremediação, métodos para avaliação de risco ecológico, entre outros. O Ecotox é um fórum para o desenvolvimento técnico-científico e disseminação do
conhecimento para setores relevantes da sociedade.

A Geoklock apresentou dois trabalhos: “Estudo de Caso: Avaliação de Risco Ecológico em Área Contaminada por Pesticidas, Compostos Orgânicos e Metais” e “Avaliação da Bioacumulação de Mercúrio Total e Orgânico em Oligoquetas por meio de Ensaio de Toxicidade em Solo”.

Um dos objetivos do evento era possibilitar uma maior integração entre os pesquisadores envolvidos nessa área de conhecimento. Os temas centrais proporcionarão aos congressistas o acesso às metodologias e técnicas atuais para a ampliação de seus conhecimentos.

Os benefícios da análise de risco industrial

A análise de risco industrial tem sido aprimorada ao longo dos tempos. De acordo com Vinicius Ambrogi, Gestor Técnico da Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental, que pertence ao grupo suíço EBP, já existem programas que, a partir de imagens georreferenciadas e outras informações, permitem medir zonas de impacto em eventos críticos com melhor definição aos riscos reais, individual e coletivo. Esse tipo de exigência em Estados como São Paulo já ocorre há vários anos, mas há ainda muitas instalações, novas ou antigas, que necessitam desse tipo de avaliação.

“É importante dizer que estamos falando de um trabalho de curto prazo e baixo investimento, que pode, além de permitir a adoção de medidas preventivas, garantir por parte das empresas melhora na imagem institucional a partir da proatividade pela prevenção, podendo mesmo reduzir custos, na medida em que pode ocorrer algum tipo de redução, por exemplo, de preços em apólices de seguro e dos custos que podem ser gerados em caso de um acidente”, destaca Ambrogi.

Segundo ele, o próprio crescimento das cidades vai impondo a exigência da análise de risco industrial, na medida em que o zoneamento, que antes permitia pouco adensamento, hoje possibilita a proximidade de moradias e pessoas no entorno de plantas indústrias. “Essas integrações nem sempre se dão seguindo-se o receituário de cuidados determinado pelas autoridades, por isso a contratação de um trabalho especializado nesta avaliação é necessária para medir os riscos existentes em decorrência das alterações do uso e ocupação do solo”.

Ele lembra que hoje essas análises contam com ferramentas mais avançadas, com softwares de última geração, que trabalham com maior precisão de dados e imagens georreferenciadas. Por isso o potencial de dano em caso de um acidente é bem mais precisamente previsto e calculado. “Analisamos sempre a combinação da frequência e do dano potencial. Se a frequência de um evento é alta e o seu dano também, por exemplo, é necessário adotar uma série de medidas para baixar esses riscos, seja em sua frequência, seja na magnitude do dano. Uma coleta de dados precisa é que permitirá se chegar a esses resultados, gerando adicionalmente um conjunto de medidas classificadas para atenuar a frequência ou o dano”.

Em São Paulo, diz ele, a gestão é muito boa, mas ainda é possível avançar no planejamento urbano de crescimento das cidades de forma integrada às análises de risco. Há formas de se identificar e avaliar os riscos ao solo e águas superficial e subterrânea, além do indicador existente relativo a vida humana. “Na Suíça, por exemplo, existe a possibilidade de se avaliar os riscos com base em perdas financeiras, contaminação de solo e água, além de outros. As empresas que adotam esses modelos identificam de forma antecipada outras variáveis que podem surgir no caso de um acidente e que, aqui para nós nem sempre são previamente identificadas, o que poderia gerar menores riscos às suas imagens institucionais e agregaria valor aos seus negócios”, explica Vinícius Ambrogi.

Segundo ele, trata-se de uma relação custo-benefício, já que os projetos de prevenção podem ser avaliados em termos dos seus investimentos pela redução dos diversos riscos associados. Nesse sentido, diante dos diagnósticos, o investimento acaba se pagando e compensando.

Empresas que gerenciam riscos em suas instalações, como as que manipulam combustíveis, produtos tóxicos e inflamáveis devem, conforme informado pelo Ambrogi, sempre que indicado, analisar os seus riscos. “Estamos falando desde grandes operações, como indústrias petroquímicas, até uma empresa que tenha em seu pátio tanques de combustível como GLP ou diesel. Trata-se de uma questão estratégica e não apenas de segurança. Com isso se evita ainda interrupções produtivas, queda do valor de ações das empresas e problemas jurídicos de grande monta no futuro”.

Fonte: Ecommerce News

Um compromisso de 39 anos com o meio ambiente

Há 39 anos nascia a Geoklock e o nosso compromisso com o meio ambiente. Nesse tempo crescemos muito: adquirimos equipamentos e construímos uma infraestrutura de última geração que hoje faz da Geoklock uma referência no mercado.

Mais do que isso, adquirimos o conhecimento e know-how que formam nosso corpo técnico altamente qualificado. Temos muito orgulho do trabalho feito e esperamos crescer cada vez mais, fazendo o que a gente sabe fazer melhor.

Avaliação de risco ecológico

Com a publicação da decisão de diretoria DD nº 038/2017 da CETESB, a Avaliação de Risco Ecológico tornou-se parte integrante da Análise de Risco nas situações em que exista ecossistema natural sob influência de uma área contaminada. Frente a este potencial para novas demandas, a GEOKLOCK tem atuado na área e se capacitado sobre o tema.

Neste sentido, a GEOKLOCK participa ativamente do Grupo Técnico da ABNT para elaboração da norma sobre Avaliação de Risco Ecológico. Recentemente, também participou dos eventos internacionais ISTA-18 e 12º SETAC (América Latina), onde o assunto foi discutido entre membros da academia, órgãos reguladores, consultorias e indústrias.

O ISTA-18 – International Symposium on Toxicity Assessment – foi realizado entre os dias 16 e 21 de julho de 2017 na cidade de Limeira/SP. A GEOKLOCK foi representada pelos colaboradores Andréia Yoshinari, André Canale e Filipe Biaggioni, com a apresentação do pôster “Case Study: Application of the TIE (Toxicity Identification Evaluations) Methodology in the Environmental Diagnosis of Groundwater Contaminated by Pesticides”.

O 12º SETAC – evento promovido pela “Society of Environmental Toxicology and Chemistry” – foi realizado entre os dias 04 e 10 de setembro de 2017 na cidade de Santos/SP.

Destaca-se a participação técnica da GEOKLOCK pela apresentação do trabalho “Aplicação do Método de Avaliação de Risco Ecológico da EPA em Área Contaminada por Pesticidas, Compostos Orgânicos e Metais – Estudo de Caso”.

Métodos e Técnicas na Reabilitação de Áreas Contaminadas

A Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental, com quase 40 anos de Brasil e que pertence ao grupo suíço EBP, participou do workshop Métodos e Técnicas de Identificação e Reabilitação de Áreas Contaminadas, promovido pela Beacon Environmental Services, Vapor Pin, Envirologek e organizado pelo Grupo de Pesquisas em Águas Subterrâneas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O evento, realizado no 25 de junho último, no Instituto de Pesquisas Hidráulicas, foi focado em apresentar as melhores práticas para identificação e reabilitação de áreas contaminadas.

As apresentações tiveram ênfase nos desafios relacionados à intrusão de vapores, gerenciamento de áreas contaminadas e remediação. Foram apresentados métodos refinados e tecnologias avançadas que permitem subsidiar uma melhor tomada de decisão. Entre os temas abordados nas palestras, destacaram-se: Técnicas avançadas na identificação de áreas contaminadas; Uso de programas que contribuam no dimensionamento dos trabalhos, visando a identificação de passivos ambientais; Elaboração de modelos hidrogeológicos conceituais em áreas contaminadas; Amostragem passiva de vapores etc.

O engenheiro ambiental da Geoklock, Rafael Franklin, apresentou a palestra “Aplicação de Linhas de Evidência Para Identificação de Múltiplas Fontes de Organoclorados”, na qual foi demonstrado que a aplicação de métodos refinados de investigação permitiram o levantamento de evidências que confirmaram a existência de fontes externas e possibilitou uma revisão do modelo conceitual inicial, proporcionando um redirecionamento positivo ao caso, trazendo um grande benefício ao cliente.

Na plateia, consultores, órgãos públicos, profissionais de empresas privadas e representantes ligados à universidade se mostraram bastante interessados pelo tema. De acordo com Franklin, havia em torno de 60 especialistas, todos de altíssimo nível, que demonstraram grande interesse no tema.

Geoklock levará trabalhos ao simpósio mundial de biorremediação Battelle

Considerado o evento anual de maior prestígio no meio ambiental, o Battelle reúne especialistas da academia e do mercado para nesta versão discutir soluções associadas à biorremediação

A Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental do grupo suíço EBP, que neste ano completa 40 anos de Brasil, terá um papel muito importante no próximo Battelle, considerado o maior e mais prestigiado evento mundial para a discussão de inovações tecnológicas na área ambiental. Nesta versão, se chamará Bioremediation Symposium – Battelle e acontecerá entre 15 e 18 de abril em Baltimore, Maryland. Para Victor Sewaybricker, geólogo e gestor técnico da Geoklock, o Battelle é muito aguardado e tem participação expressiva de técnicos do mundo todo, pois é o grande fórum para compartilhar resultados de pesquisas e experiências práticas.

Durante as várias sessões, serão enfocadas tecnologias de tratamento para todos os tipos de contaminantes, incluindo os chamados emergentes.

A Geoklock estará no Battelle com uma equipe de 5 técnicos liderada por seu CEO, Rubens Spina. No evento a empresa apresentará 10 trabalhos, sendo 3 no palco. Desses, um tratará da investigação com uso de ferramenta de alta resolução, outro abordará o tema flux chamber, e o terceiro apresentará ao público um case de sucesso de remediação baseada em fluxo mássico. A empresa terá ainda um estande e irá presidir três sessões.

“Este evento é voltado a um público de especialistas, acadêmicos e profissionais do mercado. Dele saem várias práticas que passam a ser correntes no mercado. Para nós é uma excelente oportunidade de atualização e troca de conhecimento”, avalia Rodrigo Coelho, CTO da Geoklock.

“Além disso, elevamos ainda mais nossa presença no exterior com vistas a ampliar nosso networking e parcerias futuras com empresas que não atuam no Brasil, mas podem ter conosco clientes potenciais em comum”, explica Coelho. Além do CEO Rubens Spina, e Sewaybricker, representarão a empresa Ulysses Mourão, gestor técnico de Engenharia, e dois jovens colaboradores que foram escolhidos a partir de um processo interno de seleção de trabalhos.

Em memória

No último sábado, 23/2/2019, perdemos Ernesto Moeri e Maria Cristina Salvador em um acidente aéreo.

Maria Cristina foi uma das diretoras da Geoklock até 2015, onde atuou por mais de 25 anos e contribuiu tecnicamente com a mais alta qualidade nos trabalhos ambientais. Ernesto foi o fundador e presidente até 2016, quando a EBP assumiu o controle acionário da empresa. Suíço, ele fez do Brasil a sua casa. Geólogo, fez da sua profissão uma ferramenta a serviço do meio ambiente. Empreendedor, transformou a Geoklock na líder e referência no setor.

Além de expressarmos nossos mais profundos sentimentos aos familiares de ambos antigos companheiros, queremos registrar todo o reconhecimento ao trabalho e legado deixado pelo nosso fundador.