A Geoklock e o tempo

Quando a gente faz o que gosta, se envolve, acaba não se dando conta do tempo. Mas, como na letra de Cazuza, o tempo não para.

Vejam o caso da Geoklock. Parece que a fundação se deu há pouco tempo, mas vamos completar 40 anos em 2019. Uma data muito importante, histórica e que queremos comemorar muito.

Essa comemoração, contudo, não seria completa se não envolvesse boa parte do nosso time. Afinal de contas, temos entre nós profissionais que estão na empresa há 5, 10, 15, 20, 30 anos. Graças ao trabalho de todos construímos uma reputação, uma marca de respeito.

Se considerarmos que parte importante do nosso tempo passamos trabalhando, significa muito a dedicação à Geoklock desses profissionais. Eles participaram de todos os momentos, de toda a arquitetura para construir o que hoje somos.

Por isso, aos que estão cumprindo essas marcas, em nome de todo o grupo, agradecemos imensamente e publicamente por todos esses anos dedicados ao crescimento e à consolidação desta empresa. Isso, para nós, é profissionalismo, bom caráter e comprometimento.

Mais que isso, esse time serve de exemplo às novas gerações. Ajuda na formação dos mais jovens, viram fontes de inspiração. São nosso melhor patrimônio e ao mesmo tempo parceiros em todos os momentos, inclusive os de sucesso. Todos com mais tempo de casa têm nossa reverência e respeito, por isso merecem todas as homenagens.

Obrigado a todos,
Geoklock

Geoklock participa do Ecotox 2018

A Geoklock – Consultoria e Engenharia Ambiental – que atua no Brasil há quase 40 anos, participou do XV Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia (Ecotox 2018). O evento foi realizado entre os dias 1º e 4 de setembro na cidade de Aracaju. “Trata-se de um fórum dos mais importantes para nossa área, com palestras importantes e de relevância internacional”, comenta Filipe Biaggioni Gimenes, engenheiro ambiental da Geoklock.

O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais para a discussão de diversos temas da área de ecotoxicologia, como tecnologias limpas, técnicas de biorremediação, métodos para avaliação de risco ecológico, entre outros. O Ecotox é um fórum para o desenvolvimento técnico-científico e disseminação do
conhecimento para setores relevantes da sociedade.

A Geoklock apresentou dois trabalhos: “Estudo de Caso: Avaliação de Risco Ecológico em Área Contaminada por Pesticidas, Compostos Orgânicos e Metais” e “Avaliação da Bioacumulação de Mercúrio Total e Orgânico em Oligoquetas por meio de Ensaio de Toxicidade em Solo”.

Um dos objetivos do evento era possibilitar uma maior integração entre os pesquisadores envolvidos nessa área de conhecimento. Os temas centrais proporcionarão aos congressistas o acesso às metodologias e técnicas atuais para a ampliação de seus conhecimentos.

Os benefícios da análise de risco industrial

A análise de risco industrial tem sido aprimorada ao longo dos tempos. De acordo com Vinicius Ambrogi, Gestor Técnico da Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental, que pertence ao grupo suíço EBP, já existem programas que, a partir de imagens georreferenciadas e outras informações, permitem medir zonas de impacto em eventos críticos com melhor definição aos riscos reais, individual e coletivo. Esse tipo de exigência em Estados como São Paulo já ocorre há vários anos, mas há ainda muitas instalações, novas ou antigas, que necessitam desse tipo de avaliação.

“É importante dizer que estamos falando de um trabalho de curto prazo e baixo investimento, que pode, além de permitir a adoção de medidas preventivas, garantir por parte das empresas melhora na imagem institucional a partir da proatividade pela prevenção, podendo mesmo reduzir custos, na medida em que pode ocorrer algum tipo de redução, por exemplo, de preços em apólices de seguro e dos custos que podem ser gerados em caso de um acidente”, destaca Ambrogi.

Segundo ele, o próprio crescimento das cidades vai impondo a exigência da análise de risco industrial, na medida em que o zoneamento, que antes permitia pouco adensamento, hoje possibilita a proximidade de moradias e pessoas no entorno de plantas indústrias. “Essas integrações nem sempre se dão seguindo-se o receituário de cuidados determinado pelas autoridades, por isso a contratação de um trabalho especializado nesta avaliação é necessária para medir os riscos existentes em decorrência das alterações do uso e ocupação do solo”.

Ele lembra que hoje essas análises contam com ferramentas mais avançadas, com softwares de última geração, que trabalham com maior precisão de dados e imagens georreferenciadas. Por isso o potencial de dano em caso de um acidente é bem mais precisamente previsto e calculado. “Analisamos sempre a combinação da frequência e do dano potencial. Se a frequência de um evento é alta e o seu dano também, por exemplo, é necessário adotar uma série de medidas para baixar esses riscos, seja em sua frequência, seja na magnitude do dano. Uma coleta de dados precisa é que permitirá se chegar a esses resultados, gerando adicionalmente um conjunto de medidas classificadas para atenuar a frequência ou o dano”.

Em São Paulo, diz ele, a gestão é muito boa, mas ainda é possível avançar no planejamento urbano de crescimento das cidades de forma integrada às análises de risco. Há formas de se identificar e avaliar os riscos ao solo e águas superficial e subterrânea, além do indicador existente relativo a vida humana. “Na Suíça, por exemplo, existe a possibilidade de se avaliar os riscos com base em perdas financeiras, contaminação de solo e água, além de outros. As empresas que adotam esses modelos identificam de forma antecipada outras variáveis que podem surgir no caso de um acidente e que, aqui para nós nem sempre são previamente identificadas, o que poderia gerar menores riscos às suas imagens institucionais e agregaria valor aos seus negócios”, explica Vinícius Ambrogi.

Segundo ele, trata-se de uma relação custo-benefício, já que os projetos de prevenção podem ser avaliados em termos dos seus investimentos pela redução dos diversos riscos associados. Nesse sentido, diante dos diagnósticos, o investimento acaba se pagando e compensando.

Empresas que gerenciam riscos em suas instalações, como as que manipulam combustíveis, produtos tóxicos e inflamáveis devem, conforme informado pelo Ambrogi, sempre que indicado, analisar os seus riscos. “Estamos falando desde grandes operações, como indústrias petroquímicas, até uma empresa que tenha em seu pátio tanques de combustível como GLP ou diesel. Trata-se de uma questão estratégica e não apenas de segurança. Com isso se evita ainda interrupções produtivas, queda do valor de ações das empresas e problemas jurídicos de grande monta no futuro”.

Fonte: Ecommerce News

Um compromisso de 39 anos com o meio ambiente

Há 39 anos nascia a Geoklock e o nosso compromisso com o meio ambiente. Nesse tempo crescemos muito: adquirimos equipamentos e construímos uma infraestrutura de última geração que hoje faz da Geoklock uma referência no mercado.

Mais do que isso, adquirimos o conhecimento e know-how que formam nosso corpo técnico altamente qualificado. Temos muito orgulho do trabalho feito e esperamos crescer cada vez mais, fazendo o que a gente sabe fazer melhor.

Avaliação de risco ecológico

Com a publicação da decisão de diretoria DD nº 038/2017 da CETESB, a Avaliação de Risco Ecológico tornou-se parte integrante da Análise de Risco nas situações em que exista ecossistema natural sob influência de uma área contaminada. Frente a este potencial para novas demandas, a GEOKLOCK tem atuado na área e se capacitado sobre o tema.

Neste sentido, a GEOKLOCK participa ativamente do Grupo Técnico da ABNT para elaboração da norma sobre Avaliação de Risco Ecológico. Recentemente, também participou dos eventos internacionais ISTA-18 e 12º SETAC (América Latina), onde o assunto foi discutido entre membros da academia, órgãos reguladores, consultorias e indústrias.

O ISTA-18 – International Symposium on Toxicity Assessment – foi realizado entre os dias 16 e 21 de julho de 2017 na cidade de Limeira/SP. A GEOKLOCK foi representada pelos colaboradores Andréia Yoshinari, André Canale e Filipe Biaggioni, com a apresentação do pôster “Case Study: Application of the TIE (Toxicity Identification Evaluations) Methodology in the Environmental Diagnosis of Groundwater Contaminated by Pesticides”.

O 12º SETAC – evento promovido pela “Society of Environmental Toxicology and Chemistry” – foi realizado entre os dias 04 e 10 de setembro de 2017 na cidade de Santos/SP.

Destaca-se a participação técnica da GEOKLOCK pela apresentação do trabalho “Aplicação do Método de Avaliação de Risco Ecológico da EPA em Área Contaminada por Pesticidas, Compostos Orgânicos e Metais – Estudo de Caso”.

Métodos e Técnicas na Reabilitação de Áreas Contaminadas

A Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental, com quase 40 anos de Brasil e que pertence ao grupo suíço EBP, participou do workshop Métodos e Técnicas de Identificação e Reabilitação de Áreas Contaminadas, promovido pela Beacon Environmental Services, Vapor Pin, Envirologek e organizado pelo Grupo de Pesquisas em Águas Subterrâneas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O evento, realizado no 25 de junho último, no Instituto de Pesquisas Hidráulicas, foi focado em apresentar as melhores práticas para identificação e reabilitação de áreas contaminadas.

As apresentações tiveram ênfase nos desafios relacionados à intrusão de vapores, gerenciamento de áreas contaminadas e remediação. Foram apresentados métodos refinados e tecnologias avançadas que permitem subsidiar uma melhor tomada de decisão. Entre os temas abordados nas palestras, destacaram-se: Técnicas avançadas na identificação de áreas contaminadas; Uso de programas que contribuam no dimensionamento dos trabalhos, visando a identificação de passivos ambientais; Elaboração de modelos hidrogeológicos conceituais em áreas contaminadas; Amostragem passiva de vapores etc.

O engenheiro ambiental da Geoklock, Rafael Franklin, apresentou a palestra “Aplicação de Linhas de Evidência Para Identificação de Múltiplas Fontes de Organoclorados”, na qual foi demonstrado que a aplicação de métodos refinados de investigação permitiram o levantamento de evidências que confirmaram a existência de fontes externas e possibilitou uma revisão do modelo conceitual inicial, proporcionando um redirecionamento positivo ao caso, trazendo um grande benefício ao cliente.

Na plateia, consultores, órgãos públicos, profissionais de empresas privadas e representantes ligados à universidade se mostraram bastante interessados pelo tema. De acordo com Franklin, havia em torno de 60 especialistas, todos de altíssimo nível, que demonstraram grande interesse no tema.

Geoklock participará de conferência da Aesas em SP

São Paulo vai sediar a I Conferência de Gerenciamento de Áreas Contaminadas, que acontecerá dias 2, 3 e 4 de julho.

A Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental, pertencente ao grupo suíço EBP e que em 2019 fará 40 anos de Brasil, vai chefiar a Seção de Tecnologias Inovadoras. O evento será no Centro de Convenções do Centro Universitário Senac de Santo Amaro e está sendo organizado pela Associação Brasileira das Empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental – Aesas.

Confira o vídeo:


 

Geoklock. Nova sede.

A Geoklock mudou.

Desde 08/10, estamos ocupando o 16ª andar do Edifício WT Morumbi.

O novo espaço foi adquirido pela EBP, grupo suíço com presença internacional do qual a Geoklock faz parte.

Este investimento é uma demonstração de confiança no potencial do mercado brasileiro e na competência da Geoklock.

A arquitetura aberta das novas instalações foi planejada para tornar nosso trabalho mais dinâmico e produtivo, além de promover uma maior interação com estreita convivência entre as nossas diferentes áreas.